Codó concentra R$ 499,4 milhões de PIB industrial, e a indústria responde por 32,9% da economia do município. Quem compra na região resolve boa parte da escolha sozinho, pesquisando, antes de ligar para alguém.


Começa pelo tamanho do parque instalado. Codó gera R$ 499,4 milhões de valor adicionado industrial e tem 114.275 habitantes, o que dá R$ 4 mil de indústria por habitante. Densidade industrial explica mais sobre o mercado local do que o tamanho absoluto do PIB.
A participação setorial completa o retrato. A indústria responde por 32,9% do PIB de Codó, contra 16,2% no conjunto do estado. Trata-se de um município cuja economia gira em torno da fábrica.
Codó ocupa a 8ª posição industrial entre os 217 municípios de Maranhão e a 561ª do Brasil. Ocupa uma das vinte primeiras posições industriais do estado. A posição no ranking explica a concorrência real por atenção na busca.
O município responde por 2,3% de todo o PIB industrial de Maranhão. Na prática, o comprador não limita a pesquisa à cidade: ele busca por competência técnica, e a concorrência é estadual ou nacional. Ser encontrado apenas por quem já é cliente significa abrir mão do mercado de fora.
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Posição industrial em MA | 8ª de 217 |
| Posição industrial no Brasil | 561ª de 5.570 |
| Fatia do PIB industrial de MA | 2,3% |
| PIB total do município | R$ 1,6 bilhões |
Não existe abertura setorial municipal no dado oficial, então a referência é o estado. Preferimos indicar a fonte a apresentar um número municipal que não existe. Os cinco maiores setores concentram 81,8% do PIB industrial maranhense.
| Setor | % do PIB industrial do estado |
|---|---|
| Serviços industriais de utilidade pública | 36,0% |
| Construção | 26,4% |
| Celulose e papel | 8,1% |
| Metalurgia | 6,7% |
| Alimentos | 4,6% |
O que mais mudou nos últimos dez anos não foi o canal, foi quando a decisão acontece. O comprador deixou de descobrir fornecedor pelo vendedor e passou a descobrir vendedor pela pesquisa.
Estimativas de mercado apontam que mais de 70% da jornada de compra B2B acontece online antes de qualquer contato direto, e que cerca de 62% dos compradores definem critérios e montam a lista de fornecedores ainda na etapa de pesquisa.
O efeito prático para a indústria local é este: quem não é encontrado na etapa de comparação é descartado sem nunca saber que foi avaliado.
Estes percentuais vêm de publicações de mercado, não de fonte estatística oficial como IBGE, CNI ou Comex Stat. Estão aqui como ordem de grandeza do comportamento, e são tratados de forma diferente dos números oficiais citados nesta página.


No Maranhão, 36,0% do PIB industrial é utilidade pública e 26,4% construção, mas há um núcleo relevante: celulose e papel com 8,1% e metalurgia com 6,7%, ligados ao corredor de exportação de Itaqui. São US$ 2.593 milhões exportados. O método precisa separar essas duas realidades, porque quem fornece para celulose não fala com quem fornece para obra.
Para a indústria local, o trabalho começa por tornar encontrável o material técnico que hoje só circula por e-mail. Ficha, certificado, capacidade instalada e caso de aplicação normalmente existem, e quase sempre estão invisíveis para busca.
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O projeto no Maranhão começa por decidir qual das duas frentes a empresa realmente atende. É a etapa que mais gera desconforto na reunião inicial, e a que evita meses de conteúdo dirigido ao comprador errado.
O primeiro passo é um diagnóstico técnico do site e da demanda real do seu segmento, sem compromisso.

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